Translate

usuários online

Maranello Investimentos

domingo, 25 de junho de 2017

SEMED de Campo Grande - MS retifica Processo Seletivo com 1.700 vagas

O edital republicado do Processo Seletivo das Secretarias Municipais de Gestão e de Educação (SEMED) de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, foi anunciado.

Foi alterado o período de inscrições que agora passam a ser recebidas até o dia 23 de junho de 2017, no horário das 8h às 10h30 e das 13h30 às 16h30, no Espaço de Formação Lúdio Martins Coelho na SEMED, localizado na Rua Onicieto Severo Monteiro, nº 460, Vila Margarida.
Para efetivar a participação o candidato deve entregar no local, a ficha de inscrição preenchida, disponível no site da Prefeitura de Campo Grande, acompanhada dos documentos especificados no edital em nosso site.
A seleção objetiva a contratação de 1.700 profissionais, para atuar na função de Assistente de Educação Infantil, para atender os centros de educação infantil.
O cargo tem carga horária de trabalho de 40 horas semanais, remuneração de R$ 1.200,00 e exige Ensino Médio Completo ou Normal Médio Completo.
A classificação será realizada em única etapa, denominada Avaliação Curricular, de caráter eliminatório e classificatório.
Este Processo Seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período, conforme consta no edital de abertura publicado no Diário Oficial da cidade.
Jornalista: André Fortunato
Fonte/pesquisa: https://www.pciconcursos.com.br/noticias/semed-de-campo-grande-ms-retifica-processo-seletivo-com-1700-vagas

O mundo está ficando pior? Análise de dados mostra os obstáculos no caminho do desenvolvimento social

Com tantas más notícias nas manchetes nos últimos anos, cresceu a percepção de que o mundo está se tornando um lugar mais intolerante e hostil.
Essa percepção é reforçada pela edição de 2017 do Índice de Progresso Social (SPI), um estudo publicado nesta semana pela ONG americana Social Progress Imperative e que observa tendências globais em uma amostra que cobre quase 98% da população mundial.
Sua conclusão é dura - embora tenham ocorrido melhoras individuais, muitos países experimentaram uma piora dos direitos individuais de seus cidadãos.
O SPI é compilado por acadêmicos da Harvard Business School e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), duas das mais importantes instituições acadêmicas do mundo, e usa critérios como liberdade de expressão e reunião, além de direito à propriedade privada e direitos políticos para definir direitos individuais.

Altos e baixos

Nos últimos três anos, o índice registrou piora em direitos pessoais em 46 países. O declínio foi "rápido e amplo" em 14 deles, incluindo Tailândia, Turquia, Tajiquistão, Hungria, Lesoto e Burundi.
O relatório analisa 12 indicadores que se dividem por três grandes áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades. O Brasil aparece em 73º lugar no ranking geral de 128 países.
O pior indicador brasileiro é em segurança pessoal, na área de necessidades básicas, no qual o país está na 121ª posição. Enquanto isso, a melhor colocação brasileira é no item tolerância e inclusão, em 22º lugar - uma medição que pode surpreender alguns.
Outras nações que apresentaram rápida piora são Líbia, Iêmen, Rússia, El Salvador, Azerbaijão, Nicarágua e Angola. Apenas 18 países na lista do ano mostraram sinais de melhora nesta área, e no topo estão Tunísia, Madagascar, Sri Lanka, Guiné-Bissau e Cuba.
No caso tolerância e inclusão, o relatório também conclui que o panorama geral está piorando, especialmente em vários países europeus. Nos últimos dois anos, Dinamarca, Espanha, França, Croácia, Grécia, Lituânia, Macedônia e Rússia começaram a mostrar sinais de tendência para baixo.
Em várias partes do mundo, diz o relatório, as pessoas estão experimentando uma "volatilidade extrema" com intolerância contra imigrantes, homossexuais e grupos religiosos.
Quarenta e quatro países pioraram em termos de tolerância contra minorias - entre eles Letônia, Eslováquia, Moçambique, República Centro-Africana, El Salvador, Hungria, Camarões, Ucrânia e Estados Unidos.
Alguns desses resultados são preocupantes", diz Michael Green, diretor da Social Progress Imperative. "Eles mostram que estamos andando para trás. E isso está ocorrendo em países inesperados também".
Ele cita os Estados Unidos como um exemplo marcante, onde o progresso parece ter estacionado.
"Os dados mostram claramente que nos últimos três anos o país tem tido resultados abaixo do esperado em termos de avanço social em geral, em especial uma redução em tolerância e inclusão", disse Green à BBC.
"Os cidadãos devem sentir que o país não tem suprido o necessário, embora não esteja indo mal em termos de PIB.

Nem tudo é ruim

Mas o SPI também ressalta algumas tendências animadoras. Para começar, o fato de que, apesar de vários obstáculos e quedas, o mundo como um todo está progredindo.
O número de usuários de internet aumentou para 43% na população mundial como um todo. O acesso ao celular também se expandiu "expressivamente", e agora 95% da população vive em uma área com rede de telefonia móvel.
E há outro indicador-chave que ajuda a aumentar os índices - o acesso à educação superior. O número de universidades aumentou bastante: 89 países têm pelo menos uma unidade, contra 75 em 2014.

Pontuação global

Afinal, como o mundo de maneira geral está no SPI?
A pontuação do progresso mundial subiu de 63,19 pontos (de uma escala até 100) em 2014 para 64,85, em 2017.
"Esta pontuação é a melhor desde que começamos a acompanhar o acesso ao conhecimento básico, cuidados médicos e de nutrição", diz Green. "Mas há recursos para fazer muito melhor."
Se o mundo fosse um país, então a pontuação geral o colocaria abaixo da média no ranking de 2017 - na 80ª posição entre os 128 países medidos, entre a Indonésia e Botswana.
O que esse número diz é que, enquanto existem fatos positivos e algum progresso acontecendo, os negativos estão afetando o progresso geral.

Como o índice é feito?

O SPI é um índice agregado que observa as condições de um país através de resultados sociais e do meio ambiente, em vez de por meio de indicadores mais tradicionais, como PIB e renda per capita.
O índice foi criado pelos pesquisadores Michael Porter, da Harvard Business School, e Scott Stern, do MIT, e segue os princípios desenvolvidos pelo economista Joseph Stiglitz, ganhador do prêmio Nobel, sobre como o bem-estar em uma sociedade pode ser mais bem compreendido.
Ele agrupa indicadores de três áreas: necessidades básicas (nutrição, água e moradia), bem-estar (acesso a conhecimento básico, telecomunicações, condições de meio ambiente) e oportunidades (direitos políticos, liberdades, tolerâncias e discriminação, educação superior).
Com dados de uma série de fontes, ele avalia 128 países em 50 indicadores e 61 países adicionais com resultados parciais.
A principal crítica que a metodologia levanta é que todos os indicadores têm o mesmo peso: ter acesso a saneamento, por exemplo, é tão importante quanto ter o direito à propriedade.
Mas alguns especialistas argumentam que "medir igualmente todas as coisas que importam para uma boa vida é a decisão menos controversa" para refletir tendências atuais na pesquisa sociológica.




Mais rico (nem sempre) é melhor

Se a pontuação no índice do SPI é relacionada com o PIB do país, ela revela que ser rico nem sempre é melhor quando se trata de alcançar o progresso.
"A Arábia Saudita (com mau desempenho em saneamento), e até a Rússia tomaram decisões que não são boas em termos de como os benefícios de um PIB alto pode estimular o progresso social", diz Green, mencionando dois integrantes do G20, o grupo das nações mais industrializadas do mundo.
De fato, o SPI mostra que o G7 e os países da OCDE são lentos em fazer grande progresso, com exceção de Noruega, Japão e Espanha. Alguns países em desenvolvimento com PIBs menores estão entre os países com mais avanço.
créditos: Valeria Perasso

O que é o ether, nova moeda virtual que cresceu 4.000% em seis meses e ameaça o bitcoin

Se na véspera do Ano Novo você tivesse comprado um ether por US$ 8 (cerca de R$ 26), hoje você poderia vendê-lo por US$ 340 (cerca de R$ 1.135).
Até dois meses atrás, o ether era apenas uma das mais de 762 criptomoedas que circulam na web - divisas virtuais que permitem realizar operações difíceis de serem rastreadas e que podem ser trocadas por dinheiro no mundo real.
O bitcoin surgiu nos últimos anos como principal referência no mercado de moedas digitais e segue como o mais valorizado, cotado a US$ 2.693,91 (cerca de R$ 9.000) por moeda.
No entanto, não é o único que está se beneficiando da procura por criptomoedas. Basta ver o exemplo do ether.
Desde o início do ano, a cotação do ether aumentou 4.250%, tornando-se a segunda moeda virtual mais valorizada no mercado, de acordo com o portal de comparação de dinheiro digital CryptoCurrency Market Capitalizations.
Mas, entre tantas opções, por que escolher o ether?

Restrições de uso

Diferentemente de outras criptomoedas, o ether está ligado a uma plataforma chamada Ethereum e só pode ser usado dentro dela.
O Ethereum, lançado em agosto de 2014, é um software que deve ser baixado e permite fazer aplicações descentralizadas ou do tipo dapps - ou seja, via aplicativos que operam "exatamente como os programas, sem possibilidade de interrupção, censura, fraude ou interferência de terceiros", nas palavras da associação suíça que regula a Fundação Ethereum.
A plataforma usa a tecnologia blockchain, conhecida pela segurança e discrição.
Ambos os atributos são considerados ideais para a criação de mercados digitais.
É possível, por exemplo, dar instruções de como você deseja movimentar certos montantes, no caso do euro superar a libra, e a plataforma se encarrega de que isso aconteça sem necessidade de intervenção humana.

Ether x bitcoin

Mas operar no Ethereum não ocorre de graça e o custo deve ser pago em ether.
Cada ação que a máquina executa pelo usuário tem um preço. De acordo com a fundação, a cobrança garante que os dapps criados na plataforma sejam de qualidade.
Durante a maior parte de 2015, o valor de ether não ultrapassou US$ 1.
De volta à véspera do Ano Novo, se você tivesse analisado as cotações passadas para decidir se valia a pena comprar ether, provavelmente teria desistido.
Na ocasião, 91,3% do mercado de criptomoedas era dominado pelo bitcoin, seguido pelo ripple (2,8%) e litecoin (2,15%). O ether representava apenas 1%.
Mas o quadro mudou: a fatia do bitcoin no mercado foi reduzida para 39,8%, enquanto a do ether subiu para 28,5%.
Segundo Garrick Hileman, historiador econômico da Universidade de Cambridge e da London School of Economics (LSE), há três razões para essa mudança.



"A primeira é que o bitcoin parou de inovar. A moeda está atingindo sua capacidade plena e está gerando debate sobre como aumentar essa capacidade", explicou Hileman à BBC.
O segundo motivo se refere às características "sofisticadas" do Ethereum, que permitem projetar esses dapps.
O mais importante, no entanto, é que os empreendedores descobriram as vantagens oferecidas pelo Ethereum para conseguir financiamento: a Oferta Inicial de Moedas (ICO, na sigla em inglês).

Novas criptomoedas

A ICO nada mais é do que uma forma de crowdfunding (financiamento coletivo): um empreendedor divulga sua ideia, cria uma criptomoeda e a vende para conseguir o dinheiro que tornará seu negócio realidade.
A vantagem para as startups é que, diferentemente de outras formas de financiamento, quem compra as moedas não recebe ações da futura empresa em troca.
O que eles ganham então? No futuro, quando a empresa estiver operando, o investidor poderá trocar sua moeda virtual por dinheiro real.
Mas por que você precisa do ether? Para comprar a criptomoeda criada pela startup.
"É por isso que a imprensa não escreve sobre isso, é muito complicado!", afirma Hileman.
De acordo com o professor, a ICO pode ser feita com qualquer moeda virtual, inclusive bitcoin. Mas a vantagem de usar o ether é que ele já vem com uma plataforma ideal para esse tipo de transação.




No caso das outras moedas, você precisa procurar onde fazer a ICO.
O ápice foi na semana passada, quando a startup Bancomar arrecadou US$ 144 milhões em poucas horas.
"As pessoas estavam especulando que a Bancomar criaria uma plataforma tão grande que o preço da moeda aumentaria fortemente", conta Hileman.
"As ICOs não são ilegais, mas não estão regulamentadas", lembra o professor sobre algo que pode representar um risco.
"Há ceticismo e dúvidas se as empresas que já fizeram vão devolver o dinheiro ou se essas ICOs estão arrecadando cifras demasiadamente altas", explica.
No momento, a expectativa é de que o espírito empreendedor faça o valor do ether continuar a subir.
créditos: Stefania Gozzer

Páginas